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domingo, 20 de novembro de 2011
ACERVO MUSICAL
AULA DE RITMOS
Com garrafinhas pets (pichulinhas), ensinar (com repetição) ritmos passo a passo.
No início as crianças deverão imitar, quando tiverem domínio, poderá deixá-los inventar seu próprio ritmo.
O grupo poderá ser dividido em 2 turmas: garrafinhas e flauta doce. Podendo trabalhar melodia e acompanhamento
Sugestão para começar: música Fome e Come de Paulo Tatti
“Não há uma música para criança ou para adulto. Existe o atrativo da história, do tema, da maneira de tratar a canção”
É justamente esse jogo de palavras, ritmos e sons que estimula as habilidades na infância. a música favorece tanto a concentração quanto a percepção do mundo. “As crianças que praticam e ouvem música ficam mais atentas a tudo ao seu redor”, . “Além disso, elas se desenvolvem afetiva e socialmente. Para apreciar a música, é preciso aprender a escutar o outro”. Vale estimulá-los a inventar , interpretar enquanto estão sintonizados em diferentes sons. “É isso que chamamos de escuta ativa”.
O projeto visa ampliar e diversificar a sensibilidade acústica e musical dos participantes, fornecendo meios para explorar os sons que eles produzem.
Através desta aula, todos poderão se familiarizar com os conceitos de forma, volume e sonoridade, desenvolvendo a sua criatividade e coordenação motora, ao mesmo tempo que terão noções de gosto e estética.. Crianças, jovens e adultos poderão conhecer de perto os diversos timbres que os materiais podem produzir, e a harmonia que pode surgir entre eles. Haverá um grande estímulo auditivo e à musicalidade em geral se dá na medida em que elas podem ver na prática os resultados dos seus esforços.
Público-Alvo
Todas as pessoas, incluindo técnicos, educadores e animadores.
TÓPICOS:
Noções de Ritmo
Pausa: O Ritmo é feito de Som e Silêncio
Suprimir e adicionar batidas, Dobrar
Noções de Dinâmica:
Velocidade/Intensidade
Fraco/lento - Forte/Rápido
Acelerando/Ralentando
Tocando em grupo:
Ouvir-se e ouvir o todo
Diálogos: Uníssono, Pergunta e Resposta
Explorando o Instrumento: Bater, raspar, abafar
Explorando mãos, pés
Variando timbres na mesma batida:
Percutindo em diferentes pontos do mesmo instrumento
Usando baquetas diferentes / usando instrumentos diferentes
10.000 videos de músicas
Dez mil VIDEOS DE MÚSICAS dos ultimos 100 anos ! ( P/ GUARDAR...)
Este Link é para 10.000 vídeos de música entre os anos de 1.904 e 2.008. Conserve este e-mail guardado, porque isto é um achado.
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sábado, 16 de janeiro de 2010
GÊNEROS E FORMAS MUSICAIS
Quando analisamos a terminologia Gênero em consonância com as pesquisas musicológicas e históricas da Música, encontramos freqüentes imprecisões características, como as que se referem a conceitos de aplicação geral fora do seu campo específico, que não respeitam com exatidão as definições mais comuns. Tome por exemplo, a terminologia utilizada como gênero operístico em que englobamos toda produção de ópera; ou ainda, gênero clássico para diferenciar de gênero popular, gênero folclórico, etc.
Do Gênero, que é um termo pouco concreto, muitas vezes acaba-se por ser confundido com “Estilo”, e em outras, identifica-se com técnica, ou, com a idéia de forma, chegando inclusive, em alguns casos, utilizado para classificar uma música escrita para uma finalidade concreta ou determinado grupo de elementos.
Musicalmente falando, podemos dar definições mais específicas que auxiliem o perfeito entendimento do processo analítico ou auditivo da música através da história da humanidade. Vejamos:
GÊNERO
Definem-se como Gênero as composições musicais que possuem elementos comuns, porém, não seguem formas comuns. Para identificá-los, observa-se a qualidade dentre os diversos elementos que possam ser utilizados para classificá-la.
Basicamente, na classificação dos gêneros observamos:
a) Instrumentação – quais instrumentos são frequentemente utilizados;
b) Texto – pelo seu conteúdo (sacro, romântico, profano, idílico, etc)
c) Contextualização – contextos geográficos, etnográficos e cronológicos, local de interpretação, etc.
d) Estrutura – linear, repetitiva, fragmentada, dupla, tripla, etc.
e) Função – dança, ritual, introdução (prelúdio), encerramento, etc.
Nos Estados Unidos, o sistema para análise e identificação dos gêneros é baseado no sistema conhecido como cinco “W”:
- What – o quê?
- Who – quem?
- Where – onde?
- When – quando?
- Why – por quê?
Em resumo, ouve-se um determinado trecho musical e, através destas perguntas, tenta-se obter as informações necessárias à sua classificação. Lógico que é necessário existir uma cultura auditiva que permita obter algumas respostas a nível imediato, ou seja, ser capaz de identificar timbres instrumentais, identificar capacidade vocal, conhecer compositores, tipos musicais, etc. Obviamente que não estamos falando em conhecimento profundo, mas superficial, de forma que as primeiras impressões permitam indagações objetivas.
A diferença entre Gênero e Forma está no fato de que a primeira, estruturalmente, não possui um formato definido de composição, se desenvolvendo livremente, enquanto que na segunda, podemos identificar a música por possuir formato definido e preso a regras composicionais na sua estrutura.
FORMA
Forma é a estrutura e o desenho da música. Refere-se à estrutura de uma peça musical específica nos estudos acadêmicos de música, harmonia avançada ou forma e análise. Muitos gêneros musicais possuem formas sem ser classificados como FORMA, ou seja, possuem formatos que os definem mas que podem ser desenvolvidos livremente no seu aspecto estrutural.
Podemos afirmar que a Forma é um sistema organizacional e convencionado que molda uma composição musical. É o que podemos chamar de fôrma, um molde.
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